
Operação Upatakon I
Upatakon (‘nossa terra’ na língua Macuxi), foi desencadeada em abril de 2005. Os índios do Flechal, contrários à homologação e favoráveis à permanência dos arrozeiros, com uma reação muito bem planejada, fizeram quatro policiais federais reféns. O tuxaua Lauro Joaquim Barbosa, na época, declarou que não iria aceitar pacificamente a homologação da terra indígena.
Upatakon (‘nossa terra’ na língua Macuxi), foi desencadeada em abril de 2005. Os índios do Flechal, contrários à homologação e favoráveis à permanência dos arrozeiros, com uma reação muito bem planejada, fizeram quatro policiais federais reféns. O tuxaua Lauro Joaquim Barbosa, na época, declarou que não iria aceitar pacificamente a homologação da terra indígena.
Operação Upatakon II
Iniciada em abril de 2006 com a invasão das fazendas de arroz, localizadas no chamado "cinturão de arroz", por policiais federais. Houve reação da população local e uma tentativa de incendiar a ponte de madeira que liga Pacaraima à Vila Surumu.
Iniciada em abril de 2006 com a invasão das fazendas de arroz, localizadas no chamado "cinturão de arroz", por policiais federais. Houve reação da população local e uma tentativa de incendiar a ponte de madeira que liga Pacaraima à Vila Surumu.
Operação Upatakon III
Paulo Cezar Quartiero, presidente da Associação dos Rizicultores, informou o fechamento de todos os estabelecimentos de propriedade dos rizicultores, iniciando uma operação de resistência à retirada da área que contará, certamente com o apoio da sociedade ao movimento.
A Operação Upatakon III, que visa retirar não-índios, principalmente os rizicultores, da região da terra indígena Raposa Serra do Sol, está em andamento e já tem base logística instalada em Roraima. O Exército Brasileiro, fiel aos seus princípios constitucionais, se nega a apoiar a operação em contrapartida a Força Nacional do Governo Federal vai integrar a famigerada Operação.
As operações de retirada deverão ser efetivadas até abril.
Paulo Cezar Quartiero, presidente da Associação dos Rizicultores, informou o fechamento de todos os estabelecimentos de propriedade dos rizicultores, iniciando uma operação de resistência à retirada da área que contará, certamente com o apoio da sociedade ao movimento.
A Operação Upatakon III, que visa retirar não-índios, principalmente os rizicultores, da região da terra indígena Raposa Serra do Sol, está em andamento e já tem base logística instalada em Roraima. O Exército Brasileiro, fiel aos seus princípios constitucionais, se nega a apoiar a operação em contrapartida a Força Nacional do Governo Federal vai integrar a famigerada Operação.
As operações de retirada deverão ser efetivadas até abril.
“Estamos nos preparando para uma operação de retirada destas pessoas com diálogo e paz. Entretanto, vamos estar preparados para uma reação injusta e agressiva”.
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